Restrição a pesca começa amanhã

Curitiba - A pesca de todas as espécies nativas fica restrita nos rios e reservatórios do Paraná partir deste sábado, 1º de novembro, até 28 de fevereiro de 2015. A restrição acontece porque nesse período, conhecido como piracema, ocorre a reprodução e desova dos peixes em rios e reservatórios.

A restrição é instruída pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Ibama) e reforçada por portaria do Instituto Ambiental do Paraná (IAP).

Entre as espécies que estão protegidas por essa restrição estão bagre, pintado, lambari, dourado e jaú. A pesca fica permitida apenas para as espécies exóticas, como carpa, tilápia e tucunaré, entre outras.

Durante o período de piracema, fiscais do IAP e a Polícia Ambiental reforçarão as ações de fiscalização em locais onde historicamente há concentração de pescadores e registros de pesca predatória e infrações ambientais. Além desses locais, o transporte e a comercialização de pescados também serão fiscalizados. Estabelecimentos como peixarias e supermercados e também os transportadores precisam apresentar nos escritórios regionais do IAP até o terceiro dia útil do início da piracema a declaração de estoque. Com a declaração, os peixes nativos em estoque poderão ser comercializados.

A pessoa que for flagrada pescando em desacordo com as restrições determinadas pela portaria será enquadrada na lei de crimes ambientais. A multa é de aproximadamente R$700 por pescador e mais de R$ 20 por quilo de peixe pescado. Além disso, os materiais de pesca como varas, redes e embarcações, poderão ser apreendidos.

DOCUMENTAÇÃO
Tanto para a pesca amadora como para a profissional embarcada ou desembarcada é necessário a posse da documentação do Ministério da Pesca. Para a emissão do documento é preciso responder algumas perguntas e se cadastrar no site da pasta. O documento fica pronto na hora. Pescar sem ter posse desse documento também é caracterizado como crime ambiental.
Reportagem Local-folha de londrina

Polícia descobre cultivo de maconha

Operação resultou na prisão de 15 suspeitos de integrar quadrilha de traficantes

Ricardo Chicarelli
Pelo menos seis pés de maconha eram cultivados no fundo de vale do Jardim Tarobá
Cambé - Policiais civis de Cambé (Região Metropolitana de Londrina) descobriram na tarde de ontem uma plantação de maconha em uma mata localizada no fundo de vale do Jardim Tarobá. Aos menos seis pés eram cultivados. Eles foram arrancados e encaminhados à delegacia da cidade. A apreensão foi feita durante operação contra o tráfico de drogas deflagrada na manhã de quinta pela Polícia Civil. Na ação, diversos mandados de prisão preventiva foram cumpridos.

Segundo os policiais, o espaço também era utilizado para dividir, embalar e até para consumir a droga. Foram encontrados embalagens de adubo e até regadores para conservar o plantio.

Durante a manhã, 15 pessoas (oito homens e sete mulheres) já haviam sido detidas em Cambé - todas com mandados de prisão pelo crime de associação para o tráfico de drogas. Outros sete adolescentes foram apreendidos. Dezessete 17 quilos de maconha e pequenas quantidades de crack e cocaína foram recolhidos. Nenhuma arma foi encontrada.

Um despachante, que não teve o nome divulgado, também acabou preso na operação. Ele é suspeito de prestar serviços ao crime organizado. Carros e motos foram encontrados em sua residência e a Polícia Civil apura qual seria a função dele dentro de uma quadrilha ligada ao tráfico de drogas.

As investigações começaram há seis meses. Segundo o setor de inteligência da Delegacia de Cambé, escutas telefônicas indicaram que Valdir Coelho dos Santos e Adriano Martins Gouveia, que já estavam presos, controlavam o tráfico de drogas em Cambé de dentro das unidades da Penitenciária Estadual de Londrina (PEL).

"Com as prisões durante a operação, acreditamos que o tráfico de drogas em alguns bairros de Cambé ficará enfraquecido. Todas essas pessoas foram detidas por meio de mandados de prisão preventiva e, provavelmente, vão passar o fim do ano longe das ruas", destacou o superintendente da Delegacia de Cambé, José Carlos Fernandes.
Paulo Monteiro
Equipe NossoDia-folha de londrina

Ultrapassagem proibida terá multa de R$ 1.915,40

Novo valor, que é 900% maior que o atual, entra em vigor neste sábado

Theo Marques
Caso ocorra reincidência no prazo de um ano, o valor da multa sobe para R$ 3.830,80
Curitiba - Quem for flagrado em manobras de alto risco em estradas e vias de todo o País vai sentir um peso maior no bolso a partir deste sábado, 1º de novembro. É que neste dia passa a vigorar a Lei nº 12.971/14, sancionada pela presidente Dilma Rousseff em maio, que altera dispositivos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e endurece as penalidades tanto administrativas quanto criminais para os motoristas, com o objetivo de diminuir a violência no trânsito.

O condutor que estiver trafegando em pista simples e forçar a ultrapassagem entre veículos que estão em sentidos opostos e na iminência de passar um pelo outro, terá que pagar R$ 1.915,40 de multa, além de ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa pelo prazo de até um ano. Este valor é 900% maior do que os R$ 191,54 que eram cobrados antes. Caso ocorra reincidência no prazo de um ano, o valor da multa sobe para R$ 3.830,80.

Já o valor das infrações para ultrapassagem em local proibido (curvas, subidas e locais sem visibilidade) foram reajustadas de R$ 191,54 para R$ 957,70, além de sete pontos na CNH. Da mesma forma, os motoristas que ultrapassarem pelo acostamento terão que pagar multa de R$ 957,70 (anteriormente de R$ 127,69) e somar sete pontos na carteira. Se ocorrer reincidência nestes dois casos, o valor da multa chegará a R$ 1.1915,40.

As sanções também passam a ser mais rigorosas para quem for flagrado disputando "racha" ou promovendo ou participando de competições de arrancadas sem autorização em vias. Segundo a alteração, além de ter a carteira suspensa, os infratores terão que desembolsar R$ 1.1915,40 e, caso forem reincidentes no prazo de 12 meses, R$ 3.830,80. Quem participar de "racha" ainda pode pegar pena de dois a quatro anos de prisão.

ESTRADAS
Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), normalmente acidentes que envolvem ultrapassagens irregulares acabam em colisões frontais. E, apesar de representarem apenas 3,9% do total de acidentes registrados nas rodovias federais do País, estas ocorrências são responsáveis por 33,5% das mortes. "É uma infração grave e que geralmente acaba com vítimas fatais. Por isso a legislação está sendo rigorosa a fim de conseguir um impacto na redução de mortes no trânsito", ressaltou Fernando Oliveira, agente da PRF.

Entre janeiro e agosto, segundo a PRF, ocorreram 11.563 acidentes nas rodovias federais do Paraná, com 7.463 feridos e 524 mortos. As ultrapassagens indevidas responderam por 230 destas ocorrências, deixando 263 feridos e 36 vítimas fatais.

"Esta mudança no CTB aponta que a sociedade não tolera mais este tipo de comportamento de quem está no volante. Como a conscientização por meio da educação no trânsito não ocorre de uma hora para outra, na visão do legislador punições mais rigorosas devem trazer resultados mais efetivos num curto prazo", afirma Rodrigo Kozakiewicz, supervisor da Coordenadoria de Infrações do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR).

Para Iara Thiele, professora do Núcleo Interdisciplinar de Mobilidade da Universidade Federal do Paraná (UFPR), existe a expectativa de que com esta mudança a quantidade de mortes no trânsito realmente possa diminuir, ainda mais com a proximidade das festividades de final de ano. Ela ressalta que essa mudança poderá trazer grandes benefícios, desde que ocorra uma fiscalização efetiva. "Não adianta continuar passando a mão na cabeça dos motoristas. Existe um código de trânsito e estradas e vias sinalizadas, mas se mesmo assim não há respeito por parte dos condutores, de alguma maneira tem que pesar no bolso. Percebemos isso com a alteração da Lei Seca. Somente assim boa parte destas pessoas pode começar a mudar seu comportamento no volante", ressaltou.
Rubens Chueire Jr.
Reportagem Local-folha de londrina

TAM anuncia novos voos diretos entre São Paulo e Londrina

Reportagem Local

A TAM Linhas Aéreas anunciou que aumentará o número de voos diretos entre São Paulo (aeroporto de Guarulhos) e Londrina. A expansão dobrará a oferta da rota entre as cidades, proporcionando aos clientes do norte-paranaense mais comodidade e um número maior de opções de conexão para outras regiões, principalmente o Norte e o Nordeste do País.

A partir de 23 de novembro, os voos do aeroporto de Guarulhos sairão às 8h10, de segunda a sábado, às 16h10, aos domingos, e às 17h15, todos os dias, com exceção das quartas-feiras, com chegada a Londrina às 9h20, às 17h22 e às 18h30, respectivamente. De Londrina para São Paulo, os voos partirão às 9h55, de segunda a sábado, às 17h53, aos domingos, e às 19h15, todos os dias, com exceção das quartas-feiras e domingos. Eles aterrissarão às 11h15, às 19h05 e às 20h30.

Segundo a companhia aérea, as passagens já estão disponíveis em seu site e custam a partir de R$ 109 para compras com antecedência de 60 dias, com saídas de São Paulo/Guarulhos. Também já podem ser compradas em outros canais de venda, como agências de viagens.
fonte - folha de londrina

Alta da Selic sinaliza mudança na política econômica do País

Expectativa é que medida inesperada indique tendência de combate mais duro à inflação

O Banco Central (BC) surpreendeu na noite de anteontem ao anunciar a elevação da taxa básica de juros, a Selic, de 11,00% para 11,25%, na primeira reunião após a reeleição de Dilma Rousseff à Presidência. Após a manutenção do índice nos três encontros anteriores do Comitê de Política Monetária (Copom), a alta é vista como uma sinalização ao mercado de que o governo deve endurecer o combate à inflação no próximo mandato, além de indicar a chance de que ocorram mudanças na política fiscal a partir do anúncio do novo ministro da Fazenda.

Na prática, a alta da Selic aponta para uma maior preocupação com a pressão sobre os preços ao consumidor, que estão acima do teto da meta estipulado pelo BC para 12 meses. A instituição determinou 4,50% como ideal para a inflação do ano, com tolerância de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Em setembro, entretanto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 6,75%.

O outro resultado esperado com a medida é psicológico. O presidente do Sindicato dos Economistas de Londrina, Ronaldo Antunes, diz que a decisão do BC sinaliza que o governo deve mudar a forma de conduzir a política monetária, que estava desacreditada no mercado por estourar o teto da meta da inflação. Assim, serve para acalmar ânimos e ganhar tempo até o anúncio do titular da Fazenda, já que a saída de Guido Mantega já foi confirmada por Dilma. "A política monetária (de juros) não tem mais tanta margem para atuar na redução da inflação. A maior margem está hoje na política fiscal", diz Antunes, ao citar a parte que cabe ao novo ministro e que inclui corte de gastos públicos.

Para o professor de economia Pedro Raffy Vartanian, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, a alta de 0,25% também contribuirá para reduzir a inflação de 2015. "Neste ano não há impacto, porque a taxa de juros demora até seis meses para ser sentida", diz.

Vartanian completa que a escolha do ministro, assim como das políticas que ele tomará, devem indicar como será o próximo governo. Ele cita como ações esperadas a liberação gradual de preços administrados, como o dos combustíveis, a redução de manipulações contábeis sobre indicadores nacionais e a sincronização da política fiscal com a monetária. "Hoje o governo eleva juros para conter a inflação, mas gasta mais, o que estimula o consumo."

No setor produtivo, a decisão do BC também foi vista como um remédio amargo, ainda que necessário pela condução da economia nos últimos anos. O economista Roberto Zurcher, da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), considera que a medida encarece o crédito, reduz o consumo e diminui a necessidade de produção. "A influência no setor produtivo é que é hora de engavetar projetos de investimento", diz.

Zurcher prefere aguardar o pacote de medidas para recuperação econômica, prometidos pelo governo, antes de arriscar qualquer previsão. Porém, lembra que os indicadores até setembro eram de baixo desempenho e que assim devem continuar ao menos por mais seis meses. "Se for anunciado algo para contenção dos gastos públicos, redução da burocracia e melhoria da infraestrutura, pode dar resultado", diz.

Ainda que a própria Dilma tenha criticado, durante campanha, a possibilidade de elevação dos juros excessiva pelo risco de alta no desemprego, Antunes vê a ação como tímida, para "não perder o único índice positivo que há no País hoje". Mesmo assim, ele acredita que o primeiro semestre de 2015 será de piora no mercado de trabalho. "Ajustes costumam custar algo para todo mundo e vai custar um pouco de empregos", conta.



Leia também:
- Mercado de crédito se fortaleceu em setembro
Fábio Galiotto
Reportagem Local-folha de londrina

MP pede que ex-prefeito de Colombo devolva recursos ao município


Ação civil pede que Jota Camargo (PSC) e empresa devolvam R$ 600 mil.
Ex-prefeito nega irregularidades apontadas em licitação realizada em 2008.

Fernando CastroDo G1 PR
O Ministério Público do Paraná (MP-PR) ingressou com uma ação civil pública pedindo a devolução de R$ 600,6 mil ao município de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. Os alvos da ação são o ex-prefeito Jota Camargo (PSC) e uma empresa de materiais e serviços – ambos suspeitos de envolvimento com uma licitação irregular. O ex-prefeito nega irregularidades, e diz que o procedimento teve anuência do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR).

De acordo com Conforto, Jota Camargo “determinou a publicação do edital de uma nova licitação, que deveria resultar em um novo contrato para o fornecimento dos mesmos bens, mas o fez com uma série de injustificadas exigências preestabelecidas, para resultar no fracasso do certame, buscando legitimar o aditamento do contrato anterior”.
Segundo o promotor do MP-PR Paulo Conforto, o ex-prefeito e a empresa elaboraram um plano em 2008 para prorrogar um contrato de fornecimento de kits escolares, mochilas e estojos para estudantes da rede pública municipal – beneficiando a fornecedora.
Além da devolução dos valores, que já foram corrigidos, a ação pede ainda as condenações de Camargo e da empresa com base na Lei de Improbidade Administrativa. As sanções podem chegar à perda da função pública, multa civil e proibição de contratar com o Poder Público.
G1 falou com o advogado do ex-prefeito, Alexandre Martins, que afirmou que houve um problema no processo licitatório em questão - o qual acabou cancelado por problemas com as empresas participantes. Segundo Martins, com o cancelamento, foi renovado o contrato com a empresa que já fornecia os materiais. "O TCE=PR avaliou que o município agiu de forma correta. O MP não deve ter tido conhecimento dessa situação em que o TCE-PR validou o processo de renovação", disse Martins.

TCU investiga parcerias do governo federal com prefeituras e ONGs do PR

Objetivo é descobrir onde foram parar os recursos da União para obras.
Em Campo Largo e Piraquara, unidades de saúde estão atrasadas há anos.

Do G1 PR
Um levantamento promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU) apontou que 765 convênios com prefeituras e entidades não-governamentais no Paraná estão com atraso na construção de prédios e dependências que deveriam servir à população do estado. O TCU investiga a destinação do dinheiro. No caso das prefeituras, por exemplo obras como unidades de saúde ainda estão pela metade, quando deveriam ter sido entregues há anos.
Municípios e entidades que estão com obras atrasadas já receberam as notificações do TCU para explicar onde foi parar o dinheiro dos contribuintes. Num primeiro momento, a fiscalização vai se concentrar em 75 contratos com mais atraso, mas deve, numa segunda etapa, ver o andamento dos outros.
Entre esses contratos está o da Prefeitura de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, para a construção de uma unidade de saúde. A obra começou a ser construída em 2009, com prazo de entrega para 11 meses. Em outubro de 2014, o prédio está em pé, alguns móveis são vistos dentro do local, mas a unidade ainda não atende a população que precisa. O investimento total já chega a R$ 2 milhões. Uma Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara de Vereadores já investigou o caso, mas a obra continua parada.
Em Piraquara, também na Região de Curitiba, uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) deveria ter sido entregue em 2002. Diferente da obra de Campo Largo, que pelo menos já tem pintura e alguns móveis, a obra da UPA foi largada pela metade. Cerca de R$ 1,5 milhão foram investidos pelo Governo Federal, mas a construção está abandonada e sem prazo para ficar pronta.
O secretário do TCU Luiz Gustavo Andrioli explica que as prefeituras e entidades deverão responder a processos que devem explicar a destinação dos recursos. “Ele vai ter um processo no TCU para a devolução desses valores. Grande parte das falhas, da falta de efetividade decorre da falta de gestão, de boa gestão, de governança”, avalia.
Em nota, a prefeitura de Campo Largo informou que aguarda a liberação de recursos do Ministério da Saúde, para a compra de equipamentos para a unidade de saúde. Já a Prefeitura de Piraquara diz que quer cancelar o contrato com a construtora que não respeitou os prazos. A partir disso, deverá ser feita uma nova licitação, que ponha a obra em andamento novamente.

PSDB pede auditoria no resultado das eleições

Quatro dias depois das eleições, o PSDB ingressou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira com um pedido de auditoria sobre o resultado das eleições presidenciais. O partido, derrotado pela presidente Dilma Rousseff por uma diferença de três pontos, quer que a corte crie uma comissão especial formada por representantes indicados pelos partidos políticos para avaliar a fiscalização dos sistemas utilizados no pleito.
Na ação, o coordenador Jurídico Nacional do PSDB, o deputado federal Carlos Sampaio, ressaltou que, passadas as eleições, surgiram uma série de denúncias e desconfianças por parte da população. “Nas redes sociais, os cidadãos brasileiros vêm expressando, de forma clara e objetiva, a descrença quanto à confiabilidade da apuração dos votos e a infalibilidade da urna eletrônica, baseando-se em denúncias das mais variadas ordens, que se multiplicaram após o encerramento do processo de votação, colocando em dúvida desde o processo de votação até a totalização do resultado”, diz.
Tendo em vista “dissipar quaisquer dúvidas”, Sampaio pede uma auditoria nos sistemas de votação com base em diversos documentos, como as cópias de boletins de urnas de todas as sessões eleitorais do país e dos logs originais e completos das urnas, além de todas as ordens de serviços e registros técnicos sobre atualização e manutenção do sistema e acesso aos programas e todos os arquivos presentes nas urnas eletrônicas. O TSE ainda não se manifestou sobre o pedido.
Fonte: Veja

Micro-ônibus com 20 ocupantes da Apae sofre acidente no Norte do Paraná


Redação Bonde
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O micro-ônibus da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Jardim Alegre (115 km ao sul de Apucarana) sofreu um acidente na PR-466 na manhã desta quinta-feira (30). O veículo colidiu contra um Fiat Strada de Ivaiporã minutos antes das 9h.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o ônibus transportava 19 pessoas além do motorista, a maior parte adolescentes e crianças que estudam na Apae. A vítima mais grave era Sônia de Souza, de 41 anos, que caiu no interior do veículo. Ela sofreu escoriações e contusões.

O motorista do Strada, Antônio Joaquim da Silva, de 70 anos, foi encaminhado ao Hospital Municipal de Ivaiporã com uma fratura na clavícula e cortes no crânio. Apesar das lesões, ele não corria risco.

A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) vai investigar as causas do acidente e apontar o responsável.

Chuva e vento forte causam estragos no norte e no noroeste do Paraná

Tempestade caiu no fim da tarde desta quinta-feira (30).
Cruzeiro do Oeste, Maringá e Cianorte são cidades atingidas.

Do G1 PR
Em Maringá, vento forte levantou bastante poeira, no fim da tarde. (Foto: RPC TV Maringá/Reprodução)Em Maringá, vento forte levantou bastante poeira, no fim da tarde. (Foto: RPC TV Maringá/Reprodução)
Um temporal deixou mais de dez casas e uma creche destelhadas em Cruzeiro do Oeste, no noroeste do Paraná, no começo da noite desta quinta-feira (30), de acordo com a Defesa Civil. O bairro mais atingido foi o Jardim Brasil, onde lonas foram distribuídas aos moradores para cobertura das casas.

Apesar de fraca, a chuva em
 Cianorte, no noroeste do estado, também trouxe vendaval. Uma árvore caiu sobre um carro, conforme os bombeiros, mas ninguém se feriu.
Em Maringá, um vento forte levantou poeira em vários pontos da cidade, no fim da tarde. Pouco depois, a chuva caiu forte, ainda com vendaval. O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil já trabalhavam, por volta das 18h30, para conter os estragos. Até este horário, cerca de dez árvores haviam caído no município. 

Reunião sábado discute hospital da Zona Oeste no terreno do IBC

Encontro foi agendada para detalhamento da nova alternativa de área para construção do hospital

O deputado estadual Tercilio Turini, secretários municipais e vereadores realizam nova reunião sábado, às 9 horas, na Câmara de Londrina, para detalhamento da proposta de construção do Hospital da Zona Oeste no terreno do antigo IBC, atrás da Cacique de Café Solúvel. O encontro foi definido agora há pouco, como resultado dos contatos iniciados de manhã pelo deputado com membros da Comissão de Seguridade Social do Legislativo e o prefeito Alexandre Kireeff.

Participam da reunião com Turini o chefe de gabinete da Prefeitura, Marcio Stamm, o secretário de Gestão Pública, Rogério Carlos Dias, o presidente do Instituto de Desenvolvimento de Londrina, Bruno Veronesi, o líder do prefeito na Câmara, vereador Fabio Testa, os vereadores Gustavo Richa, Tio Douglas e Vilson Bittencourt, da Comissão de Seguridade Social, e outras lideranças.

MAIS INFORMAÇÕES

Deputado estadual Tercilio Turini
(43) 9994.4535

Alunas são obrigadas a tirar as calças por pedagoga de escola do Paraná

Mães dizem que situação ocorreu por causa de um absorvente no banheiro. 
Situação ocorreu em Siqueira Campos; núcleo de educação vai investigar.

Luciane CordeiroDo G1 PR
Pais de alunas do colégio Joaquim Marques de Souza dizem que filhas não querem voltar para aula (Foto: Divulgação/ Secretaria Estadual de Educação)Pais de alunas do colégio em Siqueira Campos dizem que
filhas não querem voltar para aula (Foto: Divulgação/
Secretaria Estadual de Educação)
Uma atitude de uma pedagoga de um colégio estadual de Siqueira Campos, no norte do Paraná, revoltou mães de estudantes e fez com que algumas alunas do 6° ao 9° ano deixassem de ir à escola. De acordo com as mães, após encontrar um absorvente sujo colado em uma das paredes do banheiro, a pedagoga pediu para que as meninas da escola baixassem as calças. Segundo as famílias das estudantes, dessa forma a profissional saberia qual aluna foi responsável pelo ato e poderia aplicar a punição adequada. Mães de três alunas da instituição disseram que a situação ocorreu na terça-feira (28), e desde então, as filhas não querem mais frequentar as aulas por constrangimento e por medo das brincadeiras dos meninos. Nesta quinta-feira (30), as famílias participarão de uma reunião no colégio.

O diretor do Colégio Estadual Joaquim Marques de Souza, Jorge Domiciano Ramos, informou que apenas o Núcleo Regional de Educação falará sobre o caso e, que por enquanto, a escola não vai se pronunciar.
A mãe de uma aluna de 11 anos, que preferiu não se identificar, conta que filha chegou em casa nervosa e, depois de um tempo, detalhou o que ocorreu na escola. “A minha filha disse que todas as colegas de sala foram pressionadas a tirar a roupa e, que se não tirassem, teriam que assinar um livro como punição”, detalha a mãe. “A minha menina é tímida, sente vergonha de tudo, disse que tentou falar que não queria passar por essa situação, mas não teve conversa com a pedagoga. A minha filha não quer mais ir para escola, isso foi um trauma para ela”, lamenta.

Para Marilu da Silva, mãe da aluna, o sentimento é de revolta. “Nós fomos com o Conselho Tutelar até a escola e lá os conselheiros disseram que a profissional agiu sem pensar, que nós deveríamos relevar a situação. Mas, se nós pais pecarmos com os nossos filhos, fizermos qualquer coisa, mesmo que seja pequena, o conselho vai nos punir”, alega. Conforme Marilu, a filha só vai voltar a frequentar as aulas quando a situação for resolvida. “Essa profissional não tinha o direito de exigir esse tipo de coisa. Tinha que ter agido de forma diferente”, constata.
Uma das estudantes, de 15 anos, detalhou aoG1 que tudo ocorreu durante a última aula. “A pedagoga chegou na sala e falou para a turma que todas as meninas teriam que baixar a calça no banheiro. Se não fizessem, a escola chamaria o Conselho Tutelar”, lembra. “Na sala, ela disse ainda que as meninas eram porcas, que não tinham higiene. Depois disso, os meninos não param de tirar sarro, já até nos apelidaram. Foi uma humilhação”, conta a aluna que não foi à aula na quarta (29) e nesta quinta-feira.
A chefe do Núcleo Regional de Educação em Ibaiti, no norte do Paraná, responsável pelos colégios estaduais de Siqueira Campos, Lucia Maria dos Santos, disse que não estava sabendo da situação, mas que vai investigar o caso e, em seguida, deve orientar a direção e os profissionais da escola. “Para nós, tanto crianças quanto os adultos precisam ser respeitados. Jamais os profissionais de educação devem trabalhar dessa forma. Nós sabemos que situações acontecem, mas temos que ter cuidado humano, e primar pela boa orientação”, diz Lucia. “A comunidade escolar precisa estar aberta às famílias. Por isso, vamos conversar com todas as pessoas envolvidas e encontrar uma forma de resolver esse problema”, pontua a chefe do Núcleo.
Para as mães, a escola deveria ter tomado outro tipo de atitude. “A pedagoga deveria chamar as alunas individualmente, conversar com elas separado dos meninos e pedir para que elas mostrassem as embalagens dos absorventes. Depois disso, orientava as alunas”, pontua Teresinha de Lourdes dos Santos, mãe de uma aluna de 13 anos.
Diálogo aberto
O professor de psicologia da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e especialista em bulling e violência escolar, Alex Eduardo Gallo, explica que os pais e a escola precisam conversar. “A forma como a professora agiu não foi a mais apropriada, ela deveria ter conversado com as meninas, informado que a aluna que colou o absorvente não seria punida. Mas, como isso não aconteceu, pais e escola devem abrir um canal de diálogo, a escola deve se explicar e os pais devem dizer o que sentem”, diz Gallo.
Para o professor, ao avaliarem a situação como uma espécie de violência, as famílias também impedem de encontrar uma solução boa para ambas as partes. “As famílias estão vendo uma violência, as meninas acreditam que foram violentadas. Mesmo assim, é preciso conversar. A escola precisa reverter essa situação, mostrar para os pais que, de certa forma, a professora teve uma boa intenção”, detalha o especialista. “A atitude da educadora e dos pais foi exagerada. Com diálogo tudo pode ser resolvido”, acredita Alex Gallo.

EDUCAÇÃO RECEBE RECURSOS ATRASADOS POR FALTA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS


Durante a semana passada o Prefeito Padre Zezinho deu uma boa noticia a Secretaria de Educação – Juliene Fernandes, o mesmo fez questão de informá-la que as pendências de prestações de contas deixadas no exercício de 2010 na Secretaria de Educação como PNAE,PDDE E PNAT, estavam pendentes foram todas regularizadas.
A antiga administração não havia prestado contas em 2010 deixando assim  alguns valores bloqueados, mas agora após a prestação de contas a secretaria recebeu imediatamente um repasse e já estamos cientes que agora vamos receber todos recursos corretamente.

PREFEITO ALEXANDRE BASSO ACOMPANHA SERVIÇOS DE DEMOLIÇÃO DA ANTIGA CALÇADA EM TORNO DA PRAÇA EM NOVA AMÉRICA DA COLINA

Os serviços de demolição da antiga calçada em torno da Praça e canteiros da Av. Iguaçu foram executados em ritmo acelerado nesta quarta-feira (29). Após as demolições, já foram executados os serviços de limpeza das ruas, com a retirada de todo entulho e a demarcação para execução do meio-fio. O Prefeito Alexandre Basso faz questão de acompanhar de perto os serviços.

COMEÇA EM ASSAÍ O SERVIÇO DE TERRAPLANAGEM PARA CONSTRUÇÃO DE ESCOLA QUE VAI ATENDER 430 ANOS

O Governo Municipal deu início a serviço de terraplanagem para a construção da nova escola de ensino fundamental com 12 salas e capacidade para atender 430 alunos.
A nova escola será construída próximo ao Conjunto Habitacional Adamazildo Bomtempo com investimentos de mais de 3,5 milhões de reais, com uma mega estrutura com 12 salas de aula, quadra poliesportiva, pátio com palco e cobertura, blocos tecnológicos, biblioteca e auditório.
Para construção da nova escola estaremos desativando o campo e quadra abandonado. A quadra ultimamente estava sendo utilizada por skatistas que até adaptaram rampas dentro da quadra.
“ A nova escola dará um novo visual e valorizará ainda mais a região. Para os skatistas temos o projeto de implantação de uma pista, campo de bocha e maia no Parque Ikeda, trazendo mais lazer e divertimento para os jovens e para as famílias assaienses”, comenta o prefeito Luiz Mestiço.